Arquivo mensal: abril 2010

Sermos nós mesmos

Emo. Punk. Rocker. Gótico. Tantos grupos, tantas tribos… que só atrapalham a minha vida. Nada contra nenhum deles, pelo contrário, acho legal a iniciativa de vários jovens unirem-se em torno de intresses mútuos, mas chega um ponto em que as pessoas começam a rotular você disso e daquilo, e isso enche o saco. Pra caramba.

Gosto mesmo de tênis colorido, e sim, quero muito uma calça jeans amarela. Quero mesmo, e daí? Só tem um problema: as pessoas acham que só porque você usa isso, isso te torna aquilo. Vieram me perguntar se eu era emo, porque todos viram uma reportagem na tevê dizendo que emos adoram coisas coloridas. Não, não sou emo. E não preciso entrar em determinado grupinho para gostar do que gosto. As pessoas lembram-se muito de ser emo, góticas, roqueiras… só não lembram de ser elas mesmas.

Não sou emo, não sou gótico, nem roqueiro, muito menos punk. Sou o Douglas, e isso me basta. O Douglas que gosta de calça colorida, usa braquetes de todas as cores possíveis, quer um tênis que tem mais tonalidades que uma aquarela, que gosta de ler ficção… e isso me faz eu e apenas eu. Só isso. Nada mais.

Estou cansado de ser rotulado. Talvez eu seja meio emo.

Brincadeiras a parte, gostemos do que e de quem bem entendermos, quando quisermos e com por ques que somente nós entendemos. Abandonemos preconceitos e digamos: Viva o jeans amarelo!

P.S.: Quem quer me dar um jeans amarelo? HAHAHA!

Colorido, afinal.

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A primeira vitória!

WEEE! Quando você pensa que nada mais vai dar certo, tudo começa a engrenar, não é verdade? A vida é engraçada.

Então, se lembram que há uns dias atrás postei o texto “Um Observador” (imagine que clicando aqui você vai para lá. Só imagine, porque eu não sei fazer essa macumba) baseado em Capitães da Areia, do Jorge Amado? Então, eu fui para a final! Não é demais?! Agora, junto com mais 5 adolescentes (?) estou concorrendo há 1.400 reais, mais vários livros do Jorge Amado! Não somos divos?

Olha o print do site:

Viram ali? Em último?

 A promoção está sendo realizada pelo Governo Federal e pela Companhia das Letras (já comentei que meu sonho é publicar Nebulosa por essa editora, ou pela Rocco/Record? :B)

Enfim, é a primeira promoção é o primeiro concurso cultural de literatura que vou para a final. Me sinto… especial. E mesmo se não ficarmos com o dinheiro e os livros, só ter ido para lá já foi uma vitória.

P.S.: Se achar alguém que cheire a editor por lá, grudarei no pé e só sairei com contrato assinado. BRINCADEIRA. AHAHAHA Ou não.

Beijinhos divos, e desculpem a demora por postar. Mas mereço férias.

 

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Anéis de Alice in Wonderland!

Gente, se lembra que há uns dias atrás eu postei aqui no blog uns acessórios lindos de Alice in Wonderland, o hit do momento? HAHA! Então, lá mesmo eu tinha falado de um anel da H. Stern, o Cheshire Cat, que estava sendo feito por encomenda, se lembram? (Quem mais acha que será um olho da cara, favor levantar a mão).

Então, hoje, eu lendo minha revista dominical em plena segunda-feira, deparo-me com mais fotos de aneis (tem acento agora?) da H. Stern, um mais lindo que o outro! E como sou o escritor maaaaaais bacana que vocês conhecem (ou não) resolvi postar aqui, para que vocês tenham uma ligeira ideia de como eles são lindos! E, prometo que, se um dia eu ficar famoso, compro um anel desses e faço um sorteio no blog. É sério. HAHAHA!

O meu favorito é o Jabberwocky! Ele não é divo? Desculpem pela falta de foto oficial, mas não achei nada no site da H. Stern! 

E, como eu disse, é só por encomenda. Então, se você é um escritor que ainda nem conseguiu publicar um livro e pensa em comprar um desses para presentear uma de suas leitoras (ou leitores, porque é fato que eu usaria um anel desses HAHAHA), simplesmente esqueça. Ou sei lá, fique famoso. Nunca se sabe… HAHAHA!

Beijos, leitores mais lindos e comentadores da blogosfera :*

P.S.: Não, a H. Stern não patrocinou este post. Quem me dera…

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Manifesto de um escritor on-line!

Digitando o manifesto. HAHAHA!

Vamos ao que interessa. Não somos mais a geração Coca-Cola. Não corremos como antes, não somos amantes de bola. Evoluímos, ainda que a contra-gosto. Não, não abandonamos o que sempre nos fez feliz, apenas mudamos e chegamos aqui. Ainda temos férias na vovó, desenhos animados e Fandangos empacotados. Mas ainda assim, mudamos.

Muitos de nós tentam barrar uma mudança que não é barrável. Mas o mais triste, é que muitos de nós jovens, tentam mudar o mundo sem prestar atenção no que dizemos aqui, bem ao seu lado.

Hoje escrevo este texto por pura revolta. Já me cansa ver centenas, talvez milhares dizendo que irão fazer uma revolução. Pois bem, começe-a do jeito mais fácil: olhe para o lado e veja quantos jovens precisam da sua mão.

Meu pedido: se existem escritores, é porque existem leitores. E a internet não veio para mudar esse conceito dimensional, mas sim para ampliá-lo. Nada é mais frustrante para um escritor do que não ter leitor. E se estivermos falando de um bom leitor, a recíproca também é verdadeira.

Portanto, meu manifesto é: COMENTEM!

Nada é mais frustrante do que escrever para uma imensidão de… nada.

A Nossos Romances Adolescentes está aqui para intermediar e participar de tudo isso, mas essa relação é uma faca de dois gumes. Do mesmo modo que precisamos de escritores e escritoras, precisamos de leitores e leitoras.

Então, o que queria dizer é isso:

Não há porque continuarmos postando se não existem leitores para continuar comentando.

Não, não estou bravo, e mesmo se estivesse, ninguém ligaria. Mas comentem, pelo amor de Deus, comentem.

Mais frustrante do que não ter uma editora, do que escrever mal, é ter um leitor que nem ao menos de importa dizer: “isso está muito legal!”

Portanto, comentem.

É uma ordem.

Ou eu me enforco no pé de cebolinha.

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Supernova

E é chegada a hora. O fim se aproxima… Não, não é a sinopse do meu próximo livro. HAHAHA! E sim, é chegada a hora de vermos…

Sim, a capa de Supernova. Mais um trabalho excelente da minha amiga Daniela! Que, por sinal, fez um blog lindíssimo que está ali na barra lateral! Visitem, porque tem textos belíssimos.

Mas, então, o que acharam? Não ficou linda? Até comentaram que foi a melhor das três. HAHAHA! Gente, eu fico aqui pensando… O que será de mim quando a estória da Sarah finalmente for contada, não restando mais nada para ser escrito?

Não, não vou dar uma de Stephenie Meyer e criar um livro à parte. Pelo menos acho que não…

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Quando você pensa que é só mais um…

A vida mais uma vez, surpreende você. HAHAHA. Ao contrário do que parece, não será um post todo filosófico e lindo, mas sim sobre algo super bacana que achei hoje enquanto fuçava no Google.

Quem nunca se auto-Googlou que atire a primeira pedra.

Então, como todo escritor que deseja alçar voos rumo à seu reconhecimento, meu sonho é sempre motivar e orgulhar alguém. Nem que seja alguém que eu desconheça totalmente. Mas se eu puder motivar uma pessoa que seja, para que ela faça o que goste e persiga sonhos intrínsecos de seu coração, estarei cumprindo meu dever, numa eterna alegria que poucos conhecem ao darem o melhor de si.

E hoje, enquanto me “auto-Googlava”, achei um blog que desconhecia, chamado Divina Escrita, sobre um menino que tem muito em comum com muito de nós, jovens escritores.

André Santos, que tinha tudo para ser apenas mais um jovem intelectualmente dominado nesse nosso planetinha azul, juntou-se ao time de nós, escritores. O que me deixaria contente por si só. Mas então, olhem o que eu acho no blog do guri:

Ás pessoas que me levararam a escrever novamente um blog, e sem saberem, não deixaram que o monte de palavras que desabrocha em mim todos os dias ficassem engasgadas, sem poderem sair e acabando perdidas sem rumo e direção, abandonadas, exiladas. (ELENITA RODRIGUES, DOUGLAS MARQUES, MARLA DE QUEIROZ e o pessoal da comunidade NOSSOS ROMANCES ADOLESCENTES) á vocês… Thank You!

O guri até postou um texto meu no post seguinte. HAHAHA

Então, o que queria mostrar é isso. Que a função, de nós, escritores, não é nenhuma se não motivar e inspirar pessoas (e escrever livros, é claro. HAHAHA). E nada me deixa mais feliz, do que saber que eu fiz isso.

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Surpresinha!

AHÁ! Gente, como vocês (não) sabem, uns estudantes de design (Malu, Stefane e Luiz) estão desenvolvendo um projeto para que lancem Nebulosa, mesmo que seja só um exemplarzinho, para o Trabalho de Conclusão de Curso.

O livro que eles estão fazendo, em si, é sigiloso, mas olha o que eu consegui para mostrar para vocês

As ilustrações!

 Isso mesmo, as ilustrações que vão fazer parte do livro! Vocês não acham que estão lindas, mesmo sendo meros esboços? Não consigo parar de olhar para a Aurea! HAHAHA!

Chorei quando vi isso, sério. Há um ano atrás, tipo, era só eu e meu computador. Hoje, pessoas estão envolvidas. É como ver tudo aquilo que você sempre viu, sozinho, se transformar em algo para que várias pessoas vejam!

Um beijo, leitores mais lindos e fantasmas da blogosfera :*

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1 ano de Nebulosa!

Hoje, dia 10 de abril de 2010, é um dia mais do que especial. Hoje, nossa primeira saga completa exatos 365 dias.

Foram 365 dias que ficamos inspirados juntos, sofremos bloqueios criativos juntos, mas, principalmente, rimos e sofremos. Juntos, é claro.

Há exato um ano atrás, eu era apenas Douglas Marques, um mísero adolescente com um livro com menos de 100 páginas que havia escrito quatro meses atrás. Nenhum reconhecimento, se não uma comunidade no Orkut com pouco mais de 35 membros.

Não que hoje minha situação tenha mudado muito; mas meus rumos e sonhos, estes sim, mudaram drasticamente.

Há um ano atrás, quando finalmente comecei a delinear os contornos de Sarah Lambert, Lynx, Aurea, Polaris, Lyra e Tia April, jamais imaginaria que conseguiria algo mais do que uma comunidade, também no Orkut. É claro que isso não significava que eu não desejava mais do que isso. Porque os céus e meus amigos, ah, como eles sabiam que eu desejava MUITO mais do que isso… E hoje, começo a acumular reportagens, destaques e matérias em jornais de circulação nacional. Talvez seja um sonho que comece a se concretizar vagarosamente…

Falando em amigos, o que seria de Nebulosa sem eles? Por mais que Nebulosa possa me trazer inúmeros benefícios, reportagens e dinheiro, nenhum bem se compara aos amigos que adquiri e às amizades que fortaleci ao longo dessa jornada. Comecemos do começo.

A primeira pessoa que ouviu a sinopse destes três livros que seriam escritos: Isadora Barretto. Quem é ela, se não a responsável pelos três livros estarem escritos, e hoje, disponíveis para leitura? Não foram poucas as broncas que levei, os conselhos, e os elogios. Poucos têm a sorte de ter uma amizade tão bela e firme como essa. Eu amo você, primeira de todas as leitoras.

Logo depois, quando as primeiríssimas linhas já começavam a surgir, outra amiga me surpreende de uma forma que rarissímas vezes vemos na vida. Marcela Antunes. Ainda não entendi nosso conceito de amizade, mas é quase que uma irmandade. Ela também é culpada por tudo o que veio a acontecer nos últimos 365 dias.

E, logo depois, a criadora da capa de um livro que viria a mobilizar quase 200 jovens. Daniela Carneiro. Eis aqui um exemplo de quando uma amizade se alia à gentileza, bondade, e acima de tudo, amor. Dani, como é permitido aos amigos mais íntimos (ou não HAHA), sempre soube como colocar para baixo esse escritor com crises de auto-estima. Muito obrigado, Dani. Você é uma amiga e tanto!

E agora, por último, antes de agradecer à um grupo em especial: Mel Geve. Aqui está uma menina que é capaz de fazer você morrer de rir. Mel foi sempre aquela apaziguadora, a capaz de fazer tudo ser muito mais fácil do que realmente seria sem ela. Minha companheira escritora, minha amiga pacificadora… Eu amo você, sabia Mel?

E, deixei em último lugar um grupo especial: Nossos Romances Adolescentes (NRA)/Caindo de Boca. A NRA foi, verdadeiramente, a minha incubadora. Lá, aprendi tudo o que deveria saber para fazer um livro, para escrever, para formar um caráter de cidadão do mundo. Não estou dizendo que lá tem tudo o que precisamos, pelo contrário. Lá não tem nada do tipo “dicas para escrever”. O que tem lá, são pessoas. Pessoas com sentimentos, experiências, amizades, e acima de tudo, pessoas com senso de responsabilidade pelos outros que os cercam. A NRA é uma grande família, a família que criou meu senso de escrita, de estética. Há uns dias atrás, me perguntaram, se sem a NRA, eu ainda escreveria. Respondi mais ou menos assim: “Sim, escreveria. Mas, com certeza, sem a NRA, eu não seria escritor.” Um grande beijo à essa família, que hoje criou sua mais nova vertente: o Caindo de Boca, que pode ser acessado ali na barra lateral. Viram? HAHA. Essas meninas prometem…

Não, eu não esqueci dos outros. Desde JP Hergesel até Laura, minha fiel leitora. É que as fotos de vocês deram pau. HAHA

Enfim, esse pequena parte do post é para mostrar o quanto sou grato à vocês, pessoas que insistem em me acompanhar enquanto vou trilhando esse caminho cujo único destino é o sucesso como escritor.

Mas, é claro, não poderia me esquecer da continuação de Nebulosa. Colisão começou a ser escrito em agosto, e foi finalizado em dezembro. Um livro que arrancou não só lágrimas e risos de seus leitores, mas também de seu autor, que foi surpreendido com a morte prematura de uma personagem principal e fundamental à história. Mas um autor tem que fazer, o que um autor tem que fazer.

Ainda em dezembro, com algumas lágrimas nos olhos, comecei a derradeira aventura de Sarah Lambert: Supernova. A cada capítulo que finalizo, é como se um pedaço de fim fosse arrancado com uma pinça imaginária. Mas são pedaços necessários, em breve Sarah deve dar adeus. Todos nós devemos.

Mudando um pouco de assunto, algumas pessoas me perguntam de onde tirei a ideia de Nebulosa. Pois bem, respondo-as agora. No dia 9 de abril de 2009, estava um calor infernal aqui, onde resido (Céu Azul, no Paraná, ou Fim do Mundo, à esquerda, segundo Mel Geve). Meu ar condicionado estava vomitando, então fui dormir no quarto do meu irmão, com agradáveis 16 graus centígrados. Ao rolar na cama, pensando em meu próximo livro, pensei: Precisamos de super-poderes. Também precisamos de romances. Foi então que imaginei a cena em que Sarah entra no corredor do Projeto Phoenix e conhece os seus novos amigos. Sim, imaginei desde o chão de vidros com luminárias até as paredes transparentes. Nebulosa começaria a ser escrito no dia seguinte.

Por enquanto, não vou postar a capa de Supernova aqui. Porque não tenho uma. HAHAHA! Alguém se dispõe a fazer?

Enfim, acho que devemos encerrar o post por aqui. Quando Supernova finalmente for acabado, fechando essa trilogia mágica, uma parte de mim ficará amarga, intocável. Mas será necessário. Nada é para sempre, e se assim o fosse, a vida não teria graça, já que nossa espécie só é capaz de admirar o curto e o imprevisível. Não deixarei órfãos, deixarei amigos. Não deixarei pessoas tristes, as deixarei reflexivas. Sarah está com todos eles.

E uma pequena mensagem: se você que está lendo este post é um jovem escritor, uma dica: confie em você mesmo. A vida não é fácil, e não sou o único que sabe disso. Mas a confiança é a cama elástica que lhe permitirá dar saltos cada vez maiores em direção ao desconhecido. Permita-se sonhar, sem que nem seus pais possam podar seus objetivos. Não espere deles, por serem pais, um eterno grito de “você consegue”. Não o tive e hoje estou aqui, concluindo meu quarto livro. Até hoje meu pai não entende porque escrevo, e mesmo assim continuo, batalhando pelo impossível, correndo atrás do imaginável, permitindo-me sonhar cada vez mais alto… E, quem sabe, daqui há um ano, estarei aqui, nesse mesmo blog, dizendo: Nos encontramos numa livraria para o lançamento de Nebulosa.

Eu sonho, e você?

Enquanto isso, Sarah continua fitando os olhos castanhos de Lynx, sobre o infindável brilho daquela camada de calor que recobre ambos os corações…

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Acessórios de Alice in Wonderland

Gente, se tem algo que está extremamente em alta, são os acessórios de Alice in Wonderland. Sério, daqui a pouco até minha cachorrinha aparece usando um necklace da Rainha Vermelha. HAHAHA

Então, selecionei os tops dos tops dos acessórios para mostrar para vocês. E vou logo avisando: é um mais  lindo do que o outro. Inclusive, saiu até uma reportagem no Fantástico sobre isso, vocês viram? HAHA.

Não são lindos?! E, para terminar, o mais caro e chique de todos eles. A H. Stern, sim mesmo, aquela marca famosíssima de joias está fazendo uma peça de Alice. Exclusiva e por encomenda. É o anel do Cheshire Cat. Fotinha abaixo:

Não, vocês não leram errado. É só por encomenda, mesmo. Quem mais acha que o preço deve ser um tiro na alma, levante a mão! o/

Ah, mas… são tão lindos *-*

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Crítica – Julie & Julia

Finalmente matei minhas lombrigas e assisti meu filme tão esperado: Julie & Julia. Era para eu ter postado ontem (tecnicamente, hoje), mas o filme acabou às 4h da manhã :B

Tem coisa mais gostosa do que filme no sábado de noite? Não, não tem 😀

Enfim, o filme é fantástico. Em todos os sentidos da palavra. Uma direção impecável de Nora Ephron, e, sempre, claro, ressaltando o desempenho excepcional da minha diva-mor: Meryl Streep, e minha nova ídala (?) Amy Adams. As duas, embora nunca se encontrem durante o filme, parecem estar lado a lado o tempo TODO. Sério, é mágico. HAHAHA!

Enfim, recomendo, sem dúvidas. Valeu muito a espera, principalmente pelo ótimo Stanley Tucci, o adorável Paul, o marido de Julia! Me sinto chique fazendo essas resenhas, já comentei? HAHAHA!

Prometo que postarei com mais frequência. É como disse, pré-vestibulandos não têm vida D:

Não que alguém leia esse blog, mas eu gosto de fingir que tem alguém aí. Alguém?

Parafraseando minha adorável ídala Amy Adams/Julie no filme:

“De vez em quanto eu sinto que estou escrevendo para um vácuo gigantesco.”

HAHAHA, e o pior é que é verdade! Beijos, leitores que não são leitores :*

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