Arquivo mensal: julho 2010

Quero Muito ver: Meu malvado favorito

Mal posso esperar para ver esse filme. Sério. Parece ser um dos mais fantásticos que o imaginário humano já concebeu. HAHA!

O filme fala sobre Gru, um vilão que fica revoltado depois que perde o posto de Vilão Número 1 para Vector, seu pior inimigo. E para completar, ele tem que cuidar de três criancinhas que são o cúmulo da fofice! E ainda tem um exército de bichinhos que parecem de pelúcia! Os Minions! Resumindo: Tudo o que um canceriano quer ver num filme. HAHA!

Minions ♥

Quero tentar ir logo que estreiar, se minha agenda permitir. (Lê-se: Disponibilidade do meu pai levar e, claro, dinheiro. HAHA!)

Ah, e o nome do filme em inglês é  Despicable Me! (Vai que nem todo mundo viu o trailer…)

Beijos, beijos! Tchau, tchau!

 

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Arte à parte

Vamos falar de… Arte. Sério, hoje em dia, há tanta discussão sobre o que é ou não Arte, que resolvi falar o que penso.  Arte é o que é. Não busca ser, não se aperfeiçoa nem deteriora. Arte simplesmente é.

As pessoas ainda estão muito acostumadas com o conceito dimensional de uma arte que retrate fielmente contornos de seu próprio ego (Sem ofensa, seu Da Vinci!), mas Arte é muito mais do que um corpo bem desenhado por Michelangelo ou algo incompreensível sob os traços curvilíneos de Salvador Dalí. Na minha humilde opinião, Arte é tudo aquilo que é produzido no exagero ou na falta de emoção. Pode ser acidental, pode ser proposital. Repito: Arte é o que é.

Arte não se prende à imaginação; talvez a própria imaginação se prenda à Arte. Mais do que traços, mais do que contornos compreensíveis, a Arte é um braço a mais, uma mutação desejada, uma mentira produzida para embalar cautelosamente uma verdade. Faça Arte, seja Arte. Permita libertar-se do último fio que ata-lhe às incomensuráveis sombras da ignorância.

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Recomendo: Comer Rezar Amar

Hoje eu vou falar deste livro excelente, um dos melhores que li ultimamente, sem dúvida alguma. Uma história real, emocionante, cheia de sabedoria fluída* e simplesmente viciante! Foi como se a autora entrasse na minha cabeça e soubesse como eu me sentiria em cada uma das situações, em cada diálogo, em cada local!

O livro fala sobre Elizabeth Gilbert, que após um divórcio conturbado, resolve viajar pela Itália, Índia e Indonésia. Adquirindo uma bagagem espiritual e cultural gigantesca, ela passa tudo isso para o leitor de forma tocante e repleta de carinho.

Sem dúvidas, um livro para ser saboreado página por página.  Vale todo e qualquer minuto ou centavo dispensado durante sua leitura!

* Ver post abaixo. HAHA!

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Sabedoria fluída

Pessoas lutam para serem sábias, inteligentes, e toda a vertente de qualidades que envolvam as capacidades de julgar e pensar. Mas eu acho que você só se torna realmente inteligente e/ou sábio quando para de tentar se tornar inteligente e/ou sábio, e simplesmente se transforma em algo totalmente novo, seja através da experimentação ou da mera leitura de um livro velho. Experiência própria.

Não, não me acho o sábio, Dr. Sabe Tudo. Pelo contrário, quanto mais eu aprendo, mais eu vejo que não sei é de coisa nenhuma. Mas não busco a sabedoria. Não uso um Wayfarer preto para dizer que sou inteligente, não uso suspensório e muito menos camisa de botão. E, ah, não, não uso canetas no bolso desta mesma camisa. Agora mesmo, estou trajando uma calça preta, uma camisa idem, com uma inscrição muito engraçada e esqueci meus óculos em casa. Mas isso não faz de mim um “desábio” ou burro.

Você só vai ser sábio quando dedicar mais tempo à leitura do que à própria busca da sabedoria, ou talvez, você seja um sábio sem ao menos saber ler. Como minha avó foi. Posso dizer, com certeza, que quem alcança o nível de sabedoria daquela jovem senhora, pode se considerar uma das pessoas mais sábias do mundo.

Pare de tentar ser nerd. Pare de buscar acessórios que mostram aquilo que você não é. Se você for um CDF, ou mesmo um nerd, irá transparecer sem que perceba. Se lembra que eu falei que não uso nada “nerd”? Pois bem, mas nem por isso deixo de tirar 100 em Biologia ou História. Não forço o que não sou. Simplesmente… sou.

A Sabedoria só chega até você quando você para de procurá-la, repito. A vida é curta demais para você ficar tentando impressionar pessoas que vivem bem sem seu teatrinho básico. E, ah, para terminar: ouçam Marina and The Diamonds. É ótimo. Uma pena que não é nerd… ¬¬’

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Feliz Aniversário :D

Eu ainda estou com medo. 17 anos. Mas não foi ontem que eu fiz, tipo, onze? Quero voltar a ser criança, ou não.

Posso dizer que essa parte da minha adolescência é uma das almejadas e temidas. Faculdade chegando, mais responsabilidades, mais liberdades… autonomia. Palavrinha que assusta, essa. Tão comparável à… Independência.

Mas, vamos aos dados do dia. Ganhei uma camiseta linda! Tem uma sátira ao Evolucionismo! (Evolucionismo lover! HAHA!)

E… um tênis. E… uma caixinha linda de “Eu amo meu irmão”. Vini, eu também te amo. HAHA!

Vocês sabiam que eu faço aniversário no mesmo dia que a Frida Kahlo? Morram de inveja. E no mesmo dia que o Bush também, mas não que seja algo para se orgulhar…

Queria mandar um beijo para todos os que me deram um gostoso abraço ou um aperto de mão hoje. Vocês fizeram meu dia feliz! E, desculpem pela intimidade do post, mas um beijo especial vai para a Ju, prima amada, que me deu o presente mais descolado e me faz morrer de rir! Eu amo todos vocês! #SentimentoEmo.

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Às vezes tudo pode ser tão caótico…

A vida pode ser uma caixinha de surpresas, a própria vida já nos ensinou. Mas às vezes, certas surpresas podem ser mais do que desagradáveis, podem ser… perpétuas.

O Blog do Doug está triste, de luto. Um grande amigo, familiar, companheiro, partiu. Aqui, portanto, peço desculpas pelos posts ausentes e pela falta de informações com as quais abandonei meus estimados leitores. Mais uma vez, desculpem-me.

A tristeza agora é menos latente, rodeado de amigos que nem ao menos sabia que tinha. Prefiro não nomeá-los, talvez por esquecer alguns, talvez por vangloriar demais alguns que não mereçam tanto assim. Mas aos poucos a  chuva vai lavando nossas feridas abertas, cicatrizando todas elas, algumas de forma mais lenta, algumas de forma mais rápida. Mas ainda assim, debaixo da cicatriz, há dor.

Meu aniversário se aproxima, e, honestamente, não sei como comemorá-lo. Lágrimas substituem sorrisos, abraços dolorosos no lugar de pulos de contentamento. Mas uma parte da vida continua.

Lá, abandonado dentro daquele túmulo, também jaz um pedaço de mim. Um pedaço que meu coração teve de soltar, à contragosto, à desgosto, pela dor. Adeus, acredito que não. Mas sim um… nos vemos em breve, tio.


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