Eu li: Anilina, Ziguezague e Désirée

Vocês não imaginam a felicidade que estou fazendo este post! Eu tenho sumido, eu sei. Só tenho a dizer em minha defesa: conciliem uma faculdade de Direito com a publicação de um livro mais trabalhos acadêmicos externos mais o fim de um relacionamento que você achou que fosse durar para sempre. Mas nós sobrevivemos!

Enfim, hoje vamos falar de um livro que, embora curto, é de um conteúdo extenso e delicioso. Anilina, Ziguezague e Désirée foi escrito pelo meu amigão João Paulo Hergesel, o JP! Sim, lá do Joaninha Platinada!

O livro é uma coletânea (é coletânea ou compilação? HAHAHA) de contos que o JP Hergesel escreveu. Os contos vão desde o extremo do singelo até o ápice do sobrenatural. O meu conto favorito foi, sem dúvida, o que dá o nome do livro.

O conto Anilina, Ziguezague e Désirée fala sobre a busca de um espírito por um local onde possa passar a eternidade. E é fofo, leve e tocante.

Quando recebi o livro autografado pelo correio, nem acreditei. Olhem o texto lindo que o JP colocou no livro para mim:

Ao Doug:

Era um dia comum e nascia uma conversa tão comum quanto. Aprendi, portanto, que o excepcional surge do comum.

Se alguém me perguntasse, naquele dia, se a amizade seria real, confesso que responderia com incerteza.

Se me perguntarem hoje, respondo a com a certeza de que ela é… desde aquele incerto dia.

2011 marca a minha estreia nos livros impressos e, por proeza do destino, também marcará a estreia de um amigo chamado Douglas Marques, uma pessoa importante para mim, importante para a literatura, importante para o mundo.

Não está ao meu alcance presenteá-lo com a maior maravilha do universo, por isso dedico-lhe este livro, para que possa compartilhar comigo a maior maravilha que pude dar ao meu universo.

Espero que este textinho comum possa ser considerado excepcional e se torne o 15º conto deste livro.

Unicamente deste livro.

Um abreijo do seu “gêmeo literário”!

Hergesel.

Não ficou demais?!

Eu não aguentei não postar o texto aqui, estava lindo demais. E, sem querer exagerar, foi um dos melhores presentes que já ganhei. Não só por ser a realização do sonho de um amigo, mas também pelo conteúdo tocante e singelo. É quase que uma conversa bem humorada de Lispector e uma criança.

Quer adquirir o livro? Só clicar aqui!

Vale cada centavo, principalmente pelo mimeógrafo com depressão que me fez chorar de rir!

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Um pensamento sobre “Eu li: Anilina, Ziguezague e Désirée

  1. Eu nem acredito que você postou sobre o livro! *-*
    Assim que eu trocar os cartuchos da minha impressora, juro que imprimo este post e guardo na minha pasta de coisas literárias.

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