Arquivo da categoria: Variedades

Eu Vi: Tron – Legacy

Todos se curvem diante de um dos melhores filmes que eu já vi na vida. :O

Este post vai ficar absurdamente retardado, mas: TRON É MUITO, MAS MUITO, MAS MUITO BOM. 

O filme é quase que uma continuação do Tron de 1982, onde o filho de Kevin Flynn (Jeff Bridges), Sam (Garrett Hedlund), embarca na fronteira digital onde o pai já se aventurava desde o primeiro filme. Não quero comentar o enredo, ainda que este seja estupendo, mas sim os efeitos especiais e toda a equipe que trabalhou na criação do filme.

Em primeiro lugar, Daft Punk. Meu Deus do Céu! O que foi esta trilha sonora? Preciso dizer: só estou escrevendo a base de Daft Punk. Os caras me deixaram absurdamente viciados. The Game has Changed, uma das faixas do longa, é absurdamente estupenda. Lady GaGa e Hans Zimmer que me desculpem, mas acho que achei minha “musa inspiradora”.

E os efeitos especiais? Nem-se-fala. Deem uma olhada no trailer e entendam o que eu quero dizer.

Eu acho que achei meu novo filme favorito. Estou numa fase super futurística, por causa do novo livro que estou escrevendo (vou falar sobre ele em breve, fiquem calmos!) e o filme me caiu como uma luva. Lindo, lindo, lindo.

Eu avisei que o post seria um tanto quanto retardado, não avisei?

Mas estou apaixonado por Tron – Legacy.

 

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Eu vi e li: Contato

Hoje vamos falar de um presente lindo, lindo, lindo que ganhei. Não foi de aniversário, foi há algum tempo atrás de uma gigantesca amiga, a Carol. Estava louco para ler este livro desde que assisti a Cosmos, onde o próprio Sagan faz uma propagandinha básica numa edição comemorativa da série.

O livro conta a história de Ellie Arroway, que desde muito cedo descobre sua vocação para a astronomia (AMO, AMO, AMO!). Assim sendo, Ellie começa a trabalhar num radiotelescópio num canto remoto dos Estados Unidos, o Argus. Quando finalmente Ellie e sua equipe captam um sinal de Vega, uma brilhantíssima estrela em nosso firmamento, tudo começa a mudar drasticamente, e isso serve de gancho para o início de uma filosofia que apenas Sagan parece ser capaz de construir.

O livro é meu favorito entre todos que já li, sem dúvida.

Já o filme Contato, de 1997, tem por base a obra de Sagan, mas com mudanças de enredo dramáticas. Eu digo dramáticas porque pode soar bom para um e ruim para outro. Para mim, o filme é quase que um spin-off do livro, que é de uma leveza e beleza incomparáveis.

Ainda que o livro de Contato tenha sido inspirado num roteiro escrito em 1981 pelo próprio Sagan, o roteiro da verdadeira película foi assinado por James Hart e Michael Goldenberg.

Recomendo, recomendo, recomendo!

Olha uma palhinha aí embaixo, os minutos iniciais do filme!

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Eu vi: As Horas

Uau, que filmaço! As Horas conta a história de três mulheres “distintas”, interpretadas por Meryl Streep (AMO, AMO!), Julianne Moore e Nicole Kidman (AMO MUITO!). Kidman interpreta Virginia Woolf, que em determinado momento parece embasar toda a criação artística do filme, mas em outros parece ela ser apenas uma parte integrante.

O destaque fica para Julianne Moore, a qual eu já admirava, mas agora adquiriu uma personalidade forte e surreal na dona de casa infeliz nos subúrbios de Los Angeles. Em um dos diálogos finais, ela solta a magnífica citação: Tive de escolher entre morrer e fugir. Escolhi fugir. 

Absurdamente lindo. Kidman não fica atrás, e em uma conversa na estação de trem, vocifera: Você não pode encontrar a paz fugindo da vida. 

Vou contar uma coisa: quando vi nos créditos iniciais o nome das três protagonistas, quase tive um ataque de felicidade. O filme é lindo, e possui uma interligação divinamente esculpida por seus criadores (a qual não vou contar para não estragar a surpresa do filme, é claro).

Vamos dar uma olhadinha no trailer?

Vocês devem estar se perguntando porque eu fiz essa resenha apenas agora, muitos anos após o filme ter sido lançado. E, para ser sincero, não tenho a resposta.

Algumas coisas acontecem no tempo que elas devem acontecer.

Beijo, gente.

 

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Jovens me frustram

Poucas coisas me entristecem. Um jovem que afirma abertamente que não lê é uma destas coisas.

Hoje, não ler é normal. Quase um orgulho. Ah, não gosto de ler! 

Qual o sentido disto?

Não me refiro à livros espessos, revistas de alto teor científico ou à artigos premiados com um Pulitzer. Me refiro a ler pelo simples prazer de querer saber um pouco mais.

Parecemos gostar de sermos mandados, apenas para podermos nos revoltarmos! Todos sabemos que você e seus pais não se dão bem. Todos nós sabemos que você vai fugir de casa quando completar 18 anos. Todos sabemos que você será um grande astro do rock, ou um varredor de rua que vai viver estupendamente feliz com um salário mínimo por mês.

Uma má notícia: de astros do rock à garis, os melhores são os que melhor fazem seu serviço de forma completa e com paixão pelo que fazem. Você está encarando isso como opção, eles veem isso como estilo de vida.

Não se contente com o pouco. Queira saber um pouco mais.

Você é o que você conhece.

Você conhece pouco, você é substituível.

Você sabe muito, é imortal.

Se canse de saber tão pouco. Encare a vida com a maturidade que em algum lugar você tem. Ser revoltado é muito fácil. Seja apenas bom, gentil.

Bons gestos são como conhecimento.

Perpétuos.

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Eu vi: The Good Wife

Sim, dois posts seguidos sobre The Good Wife.

Acontece que a season finale desta segunda temporada foi magnífica. Vamos deixar de lado o caso retratado na série (muito interessante, por sinal), e vamos falar de uma coisa linda: Alicia ficando com Will! *-*

Antes deste episódio (Closing Arguments), eu tinha sérias dúvidas quanto à Alicia ficar com Will. Não sei, parecia que em algum momento o casamento com Peter iria dar certo. Mas não, acho que finalmente vi que Alicia e Will foram feitos para ficarem juntos!

Outra coisa linda que apareceu nesse episódio foi o início de uma reconciliação entre Alicia e Kalinda. Mesmo que tenham sido apenas uns dois ou três episódios com elas brigadas, já estava ficando chato! #sinceridade HAHAHAHAHA

E a música do final do episódio? Linda demais!

Confesso que não conhecia, mesmo sendo fã do Mika! Lembro quando ele cantou Big Girl, You’re Beautiful para Ugly Betty!

Falando nisso, a pièce de résistance da temporada: America Ferrera de volta! Sim! Acho que eu e ela temos algo em comum, que não é possível. Toda série que se torna minha favorita, ela aparece! *-*

Sou fã ensandecido dela, e daí?

Amei, amei, amei.

Mal posso esperar por setembro!

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Estou vendo: The Good Wife


Oi, povo de Deus! Gente, que correria! Faculdade de Direito não é para qualquer um!

Mas vamos falar de coisa boa? A iogurteira Top Therm está aqui para… BRINCADEIRA!

Gente, comecei a ver The Good Wife. A série conta a história de Alicia Florrick, a mulher de Peter Florrick, promotor de Cook County, em Chicago. De repente Alicia se vê cercada por um escândalo: seu marido, Peter, envolvido com prostitutas e corrupção. Peter vai para a cadeia, e é então que Alicia começa a trabalhar como advogada para sustentar – e proteger – a própria família.

Pessoal, a série é fantástica. Para quem cursa Direito, é quase uma utopia! HAHAHA!

Diane Lockhart é tudo! O jeito de falar, se portar. Ela, Alicia e Kalinda são minhas favoritas!

Recomendo, recomendo, recomendo!

E, gente, prometo que a partir de agora vou aparecer mais, está bem?

Me senti mal abandonando vocês desse jeito!

Beeeeijos, lindos.

 

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Eu li: Anilina, Ziguezague e Désirée

Vocês não imaginam a felicidade que estou fazendo este post! Eu tenho sumido, eu sei. Só tenho a dizer em minha defesa: conciliem uma faculdade de Direito com a publicação de um livro mais trabalhos acadêmicos externos mais o fim de um relacionamento que você achou que fosse durar para sempre. Mas nós sobrevivemos!

Enfim, hoje vamos falar de um livro que, embora curto, é de um conteúdo extenso e delicioso. Anilina, Ziguezague e Désirée foi escrito pelo meu amigão João Paulo Hergesel, o JP! Sim, lá do Joaninha Platinada!

O livro é uma coletânea (é coletânea ou compilação? HAHAHA) de contos que o JP Hergesel escreveu. Os contos vão desde o extremo do singelo até o ápice do sobrenatural. O meu conto favorito foi, sem dúvida, o que dá o nome do livro.

O conto Anilina, Ziguezague e Désirée fala sobre a busca de um espírito por um local onde possa passar a eternidade. E é fofo, leve e tocante.

Quando recebi o livro autografado pelo correio, nem acreditei. Olhem o texto lindo que o JP colocou no livro para mim:

Ao Doug:

Era um dia comum e nascia uma conversa tão comum quanto. Aprendi, portanto, que o excepcional surge do comum.

Se alguém me perguntasse, naquele dia, se a amizade seria real, confesso que responderia com incerteza.

Se me perguntarem hoje, respondo a com a certeza de que ela é… desde aquele incerto dia.

2011 marca a minha estreia nos livros impressos e, por proeza do destino, também marcará a estreia de um amigo chamado Douglas Marques, uma pessoa importante para mim, importante para a literatura, importante para o mundo.

Não está ao meu alcance presenteá-lo com a maior maravilha do universo, por isso dedico-lhe este livro, para que possa compartilhar comigo a maior maravilha que pude dar ao meu universo.

Espero que este textinho comum possa ser considerado excepcional e se torne o 15º conto deste livro.

Unicamente deste livro.

Um abreijo do seu “gêmeo literário”!

Hergesel.

Não ficou demais?!

Eu não aguentei não postar o texto aqui, estava lindo demais. E, sem querer exagerar, foi um dos melhores presentes que já ganhei. Não só por ser a realização do sonho de um amigo, mas também pelo conteúdo tocante e singelo. É quase que uma conversa bem humorada de Lispector e uma criança.

Quer adquirir o livro? Só clicar aqui!

Vale cada centavo, principalmente pelo mimeógrafo com depressão que me fez chorar de rir!

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Promoção: iPad, Galaxy Tab e 50 Livros!

Estava vasculhando a Internet hoje, até que entrei no Skoob. Achei essa promoção m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-a! É simples, basta se cadastrar, escolher se quer ganhar um iPad ou um Galaxy Tab. Ahh, mas e se você não ganhar nenhum?

Sem problemas, afinal, você ainda concorre à 50 livros!

É aquela chance de aumentar a biblioteca que todo leitor fanático espera!

Quer participar? É só clicar aqui!

Vamos lá! iPad, Galaxy Tab e 50 livros!

Eu escolhi o iPad, e vocês?!

Lembrando, que a promoção do Caindo de Boca ainda está acontecendo!

Beeeijo, galera!

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Eu Vi: O Discurso do Rei (The King’s Speech)

O filme é lindo, lindo, lindo! Parte de uma premissa tão simples, a gagueira, sem se tornar um filme efêmero. Colin Firth está impecável, absurdamente talentoso, mas, na minha humilde opinião, o destaque do filme é Geoffrey Rush.

Baseado em fatos reais, o filme conta a história do Rei George VI, que para superar o fato de ser gago, é levado por sua esposa (a sempre brilhante Helena Bonham Carter) para visitar mais um fonoaudiólogo, o cômico e profundo Lionel Logue, interpretado pelo grande talento do filme, Rush.

O filme, como disse, parte de um enredo simplista, transformando-o numa obra tão gigantesca que, quando termina, você percebe que a história foi contada por completo.

Querem dar uma olhada no trailer? É só clicar aqui!

O filme é ótimo, já disse. Mas meu favorito a melhor filme está com The Kids Are Alright e Black Swan, embora ache que, inevitavelmente, The King’s Speech irá vencer.

É só esperarmos!

Beijos, Doug.

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Eu vi: Minhas Mães e Meu Pai (The Kids Are Alright)

Perceberam que quero assistir todos os filmes indicados ao Oscar de melhor filme? HUHAUAHUAH. Com The Kids Are Alright não seria diferente. Estava louco para vê-lo.

O filme conta a história das mães Nic (Annette Bening) e Jules (Julianne Moore), que vivem juntas há mais de 18 anos. Elas tem uma filha, Joni (Mia Wasikowska) e um filho, Laser (Josh Hutcherson), concebidos graça ao advento da medicina moderna, que possibilitou a inseminação artificial.

A história se baseia na premissa dos filhos quererem descobrir quem é o pai de ambos (já que o doador de sêmen foi o mesmo em ambos os casos), ainda que Laser esteja mais desesperado para saber quem, de fato, é seu pai. Joni consegue contatá-lo, e descobrem a identidade do homem em questão: Paul, interpretado pelo sempre morno Mark Ruffalo.

Nic vê sua família entrar em colapso, ainda que esse colapso seja dezenas de vezes aumentado em sua cabeça perfeccionista e controladora. Jules começa um caso extra-conjugal com Paul, o que, basicamente, é o brilhante clímax da história, junto com a partida de Joni para a universidade.

O filme é lindo, complexo e sutil. Tem um ar controlado de Pequena Miss Sunshine, com aquela sensação de loucura contida que acaba extravasando no final. A direção de Sophia Coppola, como já citou a revista Veja, faz o filme não adquirir aquele quê de clichê.

E fora as cenas divertidíssimas, como quando Jules e Nic começam uma conversa com Laser, achando que ele é gay.

Recomendo, sem dúvidas. Um filme que faz você olhar para a sala de casa e perceber como cada família é disfuncional em si mesma. Olhem o trailer!

Outra coisa, antes que esqueça de comentar: já repararam como o Mark Ruffalo quase sempre interpreta a si mesmo? Desde De Repente 30 até agora, com Minhas Mães e Meu Pai, ele sempre interpreta aquele cara fora de ordem, anti-clichê. Contudo, agora ele começou a revelar um lado que me surpreendeu. Ao saber que seu caso com Jules foi descoberto, Paul inicia uma fagulha de brilhantismo cômico e emotivo que tinha tudo para se desenvolver, mas foi cortada pelo final rápido do filme.

Gostei bastante do filme! E vocês, o que acharam?

Beeeijos, pessoal!

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