Doug agora tem uma religião?

Quem diria! É chegado o grande dia! Doug está GRÁVIDO!

É lógico que isso só foi uma brincadeira sem graça.

Mas, então, neste dia triste pós-saída de Fátima Bernardes, vamos falar de uma coisa super legal: finalmente o espírito de Elizabeth Gilbert se abateu sobre mim e eu me encontrei espiritualmente.

Todos vocês perceberam o meu rompimento com o Catolicismo, right? Isso se deu há uns dois, três anos atrás, pois eu não conseguia mais suportar uma religião que negava toda a logicidade que me é inerte (minha camisa da evolução humana que estou usando neste exato momento que o diga).

Assim sendo, crises existencialistas se tornaram comum, Dostoiévski se tornou meu favorito e a vida me pareceu um tanto quanto cinza, visto que eu não sabia sequer no que acreditar (se é que havia algo para se acreditar, convenhamos).

Até que comecei a buscar religiões que pudessem me dar respostas. A primeira foi o Hinduísmo. Amo aqueles mantras, mas acreditar num Deus de tromba me era um pouco forçado. Depois, o Budismo. Achei liiiindo como eles seguiam os ensinamentos de Buda, mas a história do post-mortem me confundia demais (e foi daí que veio minha primeira regra: para que eu acredite numa religião, preciso entendê-la). Então, vários amigos quiseram me puxar para suas igrejas evangélicas e afins. Mas mulheres tendo de usar saias (tão 2001!) e homens constantemente arrumados e impossibilitados de usar shorts me dava agonia.

Aí pensei no Espiritismo. 

Pesquisei um pouco, assisti o filme do Chico Xavier, conversei com espíritas (pelo bate papo da Uol, mas conversei) e eu vi que aquela religião tinha alguma coisa que poderia me fazer bem. E foi então que conversando com meu primo, a oportunidade surgiu.

Ele me fez o imenso favor de me dar um livro de presente (eu já amaria por ser um livro, mas no caso deste livro, amei três vezes mais): O livro dos Espíritos, do mestre Allan Kardec.

O livro é absurdamente bem editado, cumpre ressaltar. E tudo isso por 8 (oito!) reais. Mas, enfim, vamos ao que interessa.

Assim sendo, comecei minha leitura no mesmo dia em que ganhei o livro. Cada parágrafo era como se Kardec tivesse retirado um pedaço da minha essência e dissertado.

Vejam só que trecho magnífico:

As relações dos espíritos com os homens são constantes. Os bons espíritos nos convidam ao bem, nos sustentam nas provas da vida e nos ajudam a suportá-las com coragem e resignação. Os maus nos convidam ao mal: é para eles um prazer ver-nos sucumbir e cair no seu estado (p. 41)

Não irei adentrar no Espiritismo enquanto conjunto de ensinamentos no momento, mas tenho de dizer que finalmente me encontrei dentro de uma religião. As bases do Espiritismo (amor e caridade), e seus direcionamentos (Justiça, Amor e Ciência) finalmente me permitiram encontrar todo o meu conceito de desenvolvimento científico dentro de uma seara religiosa.

Todos deveriam ler Kardec, mesmo que o Espiritismo não seja uma religião que a pessoa queira seguir. Seus conceitos de bondade e fraternidade acalentam o coração como só um abraço verdadeiro é capaz de fazer.

Paz e bem, irmãos espíritos! Que juntos possamos rumar para a felicidade eterna!

Assim seja. 

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Eu li: Nas Trevas e na Luz – Volume I

Nas trevas e na luz

Antes de mais nada, gostaria de revelar que esta resenha tem tudo para ser imparcial, uma vez que, como vocês devem saber, o livro da Gisele não é minha leitura rotineira.

Mas é quebrando a zona de conforto que o homem se torna sábio, então, lá vamos nós…

Que tal darmos uma olhadinha na minisinopse do livro da Gisele?

O que você faria se descobrisse ser capaz de decidir o futuro de toda humanidade? Teria coragem de enfrentar as consequências de suas decisões ou tentaria fugir de seu destino? Sara percebeu estar nesse dilema quando tirou de seu repouso uma bela e misteriosa espada. Uma benção de luz e uma passagem para as trevas.

Uau, eu sei. Livros apocalípticos nunca foram meus queridos (apesar que Cultivados tenha me surpreendido muito e começado a gostar do gênero), mas a obra da Gisele estava me entusiasmando.

O livro começa já nesse fim de mundo bem estabelecido, com a protagonista acordando ao lado de sua espada. Um corte ligeiramente brusco e o grupo de amigos de Sara, seus pais e tudo mais é revelado antes desse Armagedom. Uma viagem secreta (leia-se: escondida dos pais dela) e o livro tem início efetivamente.

Mas não quero me ater necessariamente ao conteúdo do livro, mas sim à sua escrita. Gisele tem qualidades indescritíveis enquanto escritora, principalmente pela simplicidade com que seus textos são escritos, e não há dúvidas que essa querida escritora tem tudo para cativar o público mais jovem.

Contudo, como o livro foi escrito há um certo tempo (em 2003, segundo me revelou a própria autora), Gisele ainda pecava em erros pequenos. Os mesmos erros que eu cometia em minhas obras iniciais, vale dizer.

O excesso de frases em um sentido conotativo faz o livro perder (um pouquinho, prometo) o encanto. Às vezes, você acredita que está lendo apenas um relato, e não um livro tão legal. Mas é algo que Gisele corrigiu no segundo volume, tenho certeza (e vontade de ler!).

Mas a obra é uma preciosidade para todos que efetivamente gostam deste gênero, e não só são um fã poser frustrado por ter medo do Evangelho de São João HAHAHAHAHA!

Parabenizo à Gisele pela obra e peço para que todos deem uma passadinha lá no Skoob do livro!

Beijo, beijo, beijo galerinha bonita!

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Eu li: Cultivados

Só Deus e o Rodrigo sabem como estava protelando a postagem desta resenha. Faculdade, novo livro, trabalhos, aulas para dar e correrias cotidianas vêm sugando minha vida com um primor inegável!

Mas, chega de enrolação!

Cultivados é um lançamento do selo Subtítulo, que em parceria com a editora mais linda do mundo (também conhecida como Oficina de Livros) lançou este livro maravilhoso. Verdade seja dita: não é porque o Rodrigo é meu companheiro editorial que estou dizendo isso. Seu talento é inegável.

O livro começa com um prólogo impecável, no navio Domi. Os peixes começam a morrer e sobem até a superfície, fazendo o mar parecer uma espécie de tanque gigantesco de morte. Então o mesmo acontece com as aves, que caem no mar, mortas. De repente, tudo é morte. Seja lá o que for isso, está espalhando-se para todo o globo, matando tudo o que é vivo. Em pouco tempo, a sociedade está caótica.

O livro corta repentinamente para uma espécie de presídio onde o personagem principal parece estar enclausurado. Fugas, descobertas e revelações bombásticas depois, o livro é direcionado para algo completamente nojento à primeira vista, mas, após um momento de reflexão do leitor mais inteligente, carrega um insight consigo. Afinal, não é isso que acontece mesmo hoje em dia?

A escrita do Rodrigo é uma obra de arte em si. Parágrafos longos que conseguem nos conduzir sem fazer que tenhamos de parar de ficar procurando onde nos perdemos, diálogos bem construídos e tudo o mais contribui para este lançamento promissor do jovem catarinense.

Havia lido uma crítica que falava sobre como os parágrafos longos incomodavam um pouco, mas não acredito que isso seja verdade. É como disse certa vez em conversa com o Rodrigo: “Se Saramago faz isso, é gênio. Se um iniciante faz, é amador”.

A respiração da obra é ótima (a minha é que não é, visto que ficava :O em muitas horas HAHAHA), e os personagens são absurdamente bem construídos. Minha única crítica é o fato da minha curiosidade triplicada ao final do livro.

É o livro com o final mais inteligente que já vi, onde algo que me faria absurdamente triste me fez muito, mas muuuuito feliz.

É a decadência humana.

Gostou? Quer adquirir? Só clicar aqui, é só 24,90 com frete grátis! E, ah, o livro tem site/blog!

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Cartas de Siracusa – Booktrailer

Oi, gente! (#SabrinaSapo) UHAUHAUAHUAHA
Hoje o post vai ser curtinho, mas bem importante.

Cartas de Siracusa acaba de ganhar seu booktrailer!

Você está esperando o que para conferir?

E aí? Gostaram? Demorei 6h para fazer, mas o resultado até que ficou bem bacana, não acham?
Ah, me façam um favor, então? Compartilhe o vídeo com seus amigos, tios, sobrinhos, pais, irmãos, cachorros, hienas, periquitos, jiboias, porquinhos-da-Índia, inimigos, BFF, etc e tal?
Conto com sua ajuda! HAHAHA

Beijo, gente!

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E o resultado da promoção é…

MOMENTOS DE TENSÃO!

Quem terá sido o grande vencedor da promoção Kit Cartas de Siracusa? Façam suas apostas, porque os dados vão rolar! *rola os dados*

Está parando, a roleta está parando… o vencedor está chegando, o vencedor está cheg…

Nossa, sou muito burro, isso é uma promoção, não um cassino em Las Vegas. HAHAHAHA

Chega de enrolação! Vamos descobrir quem é o vencedor agora! Lembrando que o menino ou a menina que ganhar o kit leva para casa um exemplar de Cartas de Siracusa, marcadores (gentilmente fornecidos pela Carol, lá do De Cabeça Para Baixo) e bottoms!

E o vencedor é…

Murillo Mello!

Murillo foi o número 23 das inscrições, sorteado pelo Random.Org!

Murillo, entrarei em contato por e-mail, ok?! Você tem 48 horas para responder a mensagem, caso contrário, será feito um novo sorteio.

P.S.: Gente, esse nome vicia falar. Murillo Mello. Murillo Mello. Murillo Mello. Mumello Rillo. Rillo Mumello.

Ai, sou terrivelmente idiota.

Obrigado à todos que participaram, e quem não ganhou, não precisa ficar triste! É só clicar ali na barra à direita, no topo, e adquirir o seu exemplar de Cartas de Siracusa com frete grátis. 

Ah, antes que eu me esqueça! Murillo, você também acaba de ganhar um carro zero quilômetro! Você tem até amanhã para retirá-lo na concessionária Ford do Polo Norte!

(Sintam a piada).

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Eu li: Você Tem Meia Hora

Faz tempo que não posto uma boa resenha, não é verdade? Bem, vamos tirar o atraso (ui, isso me lembrou a marca que está no meu pescoço agora. ADORO, mas enfim).

Comecemos da gênese.

Eu nunca fui muito fã de Chick-lit, mesmo sendo louco para ler alguns títulos da Meg Cabot e afins. A verdade é que depois que li O Diabo Veste Prada fiquei meio decepcionado, mas continuemos.

Conheci a Camila lá na Bienal (afinal, somos companheiros de editora, né), e, posso dizer? Só não pedi ela em casamento ali mesmo porque não tinha uma aliança! HAHAHA A Camila é a simpatia em pessoa, linda, perfeita e, cá entre nós, formada em DIREITO. Ou seja: nascemos um para o outro. Só ela que não percebeu. HAHAHAHAHA Brincadeirinha, Camila é such a carioca diva! Ela usa uns vestidos mega confortáveis, que me dá uma leveza só de olhar!

Mas passemos ao livro. O livro conta a história de Bia, uma comissária de voo (não se preocupem, vocês não são os únicos que falam aeromoça. Dou aula pra uma aero… comissária de voo, e tenho que ficar cuidando pra não chamar ela de aeromoça, só de comissária de voo) que namora com o Arthur e está na expectativa de um casamento. Contudo, na véspera de ano novo, tudo o que a Bia consegue é um belo pé na bunda.

Momento depressão. Bia começa a ser sustentada por muito Toblerone e vinho, uma vez que está de férias no emprego. Se não fosse sua melhor amiga (e minha melhor amiga por consequência, porque ela é diva), a Mariana, Bia ia se afundar num turbilhão de um monte de coisas ruins e jamais ia conhecer a oportunidade de emprego que, num primeiro momento, ela esnobou. Ser aeromoça comissária de voo em Londres!

Após muitas páginas de depressão (que, confesso, adorei ler), Bia vai para Londres graças à Mari, e lá reencontra Olli – um amigo gay super chegay #ciúmesfalando – e conhece Dyllan.

A história sofre uma reviravolta tremenda com a saída brusca de um personagem (mais tarde eu conto porquê), e, no final, tudo conspira para as lágrimas de alegria.

Foi o primeiro livro que chorei lendo. Nem a morte de Dumbledore me fez chorar, mas a Camila conseguiu aqui em Você tem Meia Hora. O talento da guria é tão grande que já digo sem a menor sombra de dúvidas: entre as escritoras de chick-lit no país, Camila é a minha favorita. Já tive a oportunidade de conhecer a obra de outras autoras, mas nenhuma conseguiu escrever um livro tão sólido (bota sólido nisso, são quase 500 páginas!) e sublime.

Entrou no rol dos meus livros favoritos, junto com Comer Rezar Amar, Contato e A Menina que Roubava Livros.

Mais tarde perguntei por que a Camila deu aquele final pra’quele personagem tão bacana, e ela me disse que queria escrever um livro que mostrasse a experiência humana em sua veracidade, e não só coisas engraçadas.

Foi então que compreendi que tinha achado minha mais nova escritora favorita.

A obra apresenta alguns errinhos minúsculos de digitação, coisa que com certeza passou em off pela equipe mega competente do Subtítulo e da Oficina de Livros, mas não é nada que influa na leitura, uma vez que quando você percebe, está lendo com tanta vontade que as páginas passam mais rápido que a história!

Recomendo, recomendo, recomendo.

Quer adquirir? Só clicar aqui!

Beeeijões.

P.S.: Já estão participando da promoção para ganharem seus exemplares de Cartas de Siracusa? Só clicar aqui!

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MEGA-PROMOÇÃO: Kit Cartas de Siracusa!

OOOOOOOOOOOOOOI, GENTE.

Como estão todos vocês?! Ansiosos para terem seus exemplares de Cartas de Siracusa?!

Você pode ter o seu! E de "grátis"!

Agora vocês terão a chance!  (E com um brinde!)

No kit que está no sorteio está incluso:

1 exemplar de Cartas de Siracusa autografado;

15 marcadores de diversos modelos (gentilmente cedidos pela Caroline Freitas, lá do De Cabeça para Baixo);

Bottoms Subtítulo/Oficina de Livros/Cartas de Siracusa;

A promoção é simples!

Basta clicar AQUI e preencher o formulário com seu nome e e-mail! Simplíssimo, né?

Mas você deve ter visto que tem um campo a mais, não é?

Eu apresento à vocês a CHANCE EXTRA! *música ao fundo de algo realmente supimpa*

Para ter direito à chance extra, você deve:

1) Curtir a página do escritor Douglas Marques (também conhecido como EU!) no Facebook, clicando AQUI e colocar seu nome de usuário no campo chance extra…

OU

2) Tuitar a seguinte frase:

Corram! Livros grátis! Vai lá no Blog do Doug! http://bit.ly/qLpNRN

Basta colocar o link do tuíte no campo Chance Extra. E lembrando que o tuíte só é válido a cada 6 horas, ok? Então nada de ficar tuitando descontroladamente no tipo QUERO GANHAR, DROGA!

Ah, Doug, mas tou com uma preguiça de curtir o link e tuitar…

Não tem problema! Quem não quer tuitar e/ou curtir, tem direito a preencher o formulário uma vez. Isso, só uma. SÓ U-M-A. One. Un. Una.

A promoção começa hoje, 09 de setembro e acaba no dia 09 de outubro. 30 dias para concorrer!

Ah, mas tem algo mais legal…

Se atingirmos a marca de 150 inscrições, não será um exemplar que será sorteado, mas sim dois. DOIS EXEMPLARES. Ou seja: mais chances de ganhar!

Anda, está esperando o quê?!

Ah, não quer concorrer e quer comprar seu livro logo? É só clicar na guia ali na direita, no topo, na parte ‘Adquira’! Viu?

Vamos, gente, sem preguiça!

BEEEIJO!

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A melhor viagem da minha vida

Que título mais bucólico? Simplíssimo, né?

Mas fazer o quê? Foi mesmo.

Vamos do início!

A demora para postar aqui no Blog do Doug foi proposital. Eu iria fazer uma campanha de divulgação de Cartas de Siracusa sem parar até o lançamento, mas vi que era melhor fazer o lançamento, chorar, e então vir postar. Vamos do começo.

Sábado: 

Acordei (acordar é relativo, já que nem dormi) às 2h10 da manhã, e fui para o aeroporto. Entrei no avião (com direito à frio na barriga e um moleque espanhol chatíssimo gritando TENHO HAMBRE, MAMÁ) e só desci no Rio. A cidade de cima é linda, maravilhosa!

Só meio cinza. HAHAHAH.

Encontrei-me com Giulia (lá da Nossos Romances Adolescentes) no aeroporto e pegamos um ônibus que passava por praticamente todas as praias da Zona Sul. Chegamos à Barra da Tijuca, onde me encontrei com Mari (uma baixinha linda, também lá da Nossos Romances Adolescentes) e pegamos um ônibus para irmos até o RioCentro.

Gente, dica para futuros urbanistas do Rio: TUDO É MUITO LONGE.

Eu e Giulia estávamos de pé conversando no ônibus, um de frente para o outro, e eu comentando como eu chegaria limpinho e sem suor (estavam agradáveis 18 graus no Rio, o que para mim era delicioso, mas para os cariocas era um “frio absurdo”).

Nossa, pareceu praga.

Neste exato momento um menino escoteiro começou a quase vomitar atrás de mim.

Eu olhava para ele e mantinha aquele sorrisinho calmo para a criança: acalme-se, querido. Em breve a vontade irá passar. 

Por dentro, tudo o que eu pensava era: ENGULA ESSE VÔMITO. NÃO OUSE ME SUJAR COM SEUS FLUÍDOS ESTOMACAIS NOJENTOS, SEU ESCOTEIRO FRESCO!

Eu entendo, era só uma criança.

Chegamos ao RioCentro. Gente, que lugar enorme!  Meu editor (que eu sempre imaginei ser um cara seríssimo e levemente descontraído, mas que se revelou um roqueiro com um cabelo grandão e muito, mas muito legal) se encontrou comigo e me deu as credenciais.

Entramos na Bienal!

Aquilo era gigantesco, e cheio de LIVROS! Corri com Giulia para meu estande, encontrando-me com Yasmim (linda, perfeita, maravilhosa e membra da Nossos Romances Adolescentes).

Yas ❤

Bem, cheguei no meu estande, e vejam o que encontro:

Nossos bebês ❤

Levei um pu*a susto. Quase tive um piripaque ao lado de Giulia e Yas.

Tudo aquilo com o que sonhei, escrevi, trabalhei estava… ali. Na minha frente, do lado de livros tão bons (se não melhores) quanto o meu. Conheci todo mundo da editora e, claro, o Lorran, lá do Subtítulo!

Eu, particularmente, acho que assustei o Lorran. Sempre que eu fazia alguma coisa ou falava algo, ele olhava pra mim e ria. UHAUAHUAHUAHAUHAU

Bati perna o sábado inteiro, conhecendo a Larissa Siriani (que falei aqui, de Bruxas de Oxford, lembram?) e conseguindo um livro autografado!

Larissa linda demais!

Depois de tudo isso ainda fomos ao shopping (eu, Giulia, Yas, Maria Raquel, Drigo, Mel e mais alguém que eu devo ter esquecido) comer e tomar um delicioso sorvete!

NRA REUNIDA!

Foi um sonho.

Fui para meu local de pousada (a casa de Giulia), lá em Niterói. Conheci a mãe, a irmã e a tia de Giulia. Gente, elas são demais, super descoladas e mega divertidas.

Domingo: Já acordei animadíssimo. Tomei meu banho e fui com Giulia pegar a barca para o Rio. Gente, lá vendem uns pães de queijo maravilhosos. Recomendo demais!

Depois farei um post exclusivo só com as fotos que tirei! Vocês vão morrer de inveja (ou de tédio por verem sempre isso, se forem cariocas).

Lado engraçado sobre o Rio: em todo lugar que você passa, você vê um cenário de novela. É aquela sensação Ai meu Deus, já vi isso na novela tal!

Chegamos na Bienal, almoçamos (um absurdo de caro a comida lá. Acho que gastei mais em comida do que em livro) e encontrei-me com Clara Savelli (que em breve irá lançar Mocassins & All Stars, amigona da Nossos Romances Adolescentes) e Aline Welinsky (de Nienna!) e fui para meu estande.

Agora começa a parte peguem seus lencinhos.

Ricardo, meu editor, me apresentou o projeto da Oficina de Livros que ele está desenvolvendo, o Pequenos Grandes Escritores.

Eu já admirava muito o Ricardo, depois disso, então, nem se fala.

O projeto consiste no seguinte: a escola particular contrata a editora (Oficina de Livros), que faz a criação dos livros escritos pelos alunos das escolas particulares. Obviamente, um valor é cobrado pelo serviço.

O diferencial está no modo como esse valor é utilizado.

A Oficina de Livros tira uma (grande) parte deste valor e faz este mesmo trabalho com alunos de escolas públicas, de forma completamente gratuita. O tema dos livros publicados até então havia sido sustentabilidade, mas isso vai mudando.

Quando o Ricardo chorou, me falando como uma professora  de escola pública chegou no estande e o abraçou pelo projeto, eu fiquei completamente arrepiado. É tão difícil encontrar pessoas a trabalhar por um país melhor que…

Enfim, continuando.

Tive uma reunião com Lorran, Ricardo, Camila Nascimento (LINDA DEMAIS, autora de Você Tem Meia Hora), Rodrigo Baptista (de Cultivados) e o Yuri Emanuel (de Azul Miosótico). Me senti absurdamente bem ouvindo o que cada um tinha a dizer sobre a publicação, e sobre o quão bravamente teríamos de lutar para demonstrar que somos bons num mercado dominado por Stephenie Meyers, J.K. Rowlings, Meg Cabots e tantos outros nomes que de brasileiro só tem os fãs.

Enquanto isso, a fila para ver a Hillary Duff só aumentava.

Comentamos como um brasileiro pode pagar 40 reais para ter um Crepúsculo, mas pagar R$ 25,00 para ter um Cartas de Siracusa era demais.

Saí dali com meu ânimo redobrado, e pronto para demonstrar como escritores brasileiros têm tudo para serem tão bom (se não melhores) quanto os estrangeiros.

FORA MEG CABOT! VIVA CAMILA NASCIMENTO!

Comecei a vender meus primeiros exemplares, e uma emoção indescritível tomou conta de mim. Autografar, poder ser atencioso com meus leitores, conversar com todo mundo, dar entrevistas (obrigado pessoal do Sobre Livros!) e muito mais.

Equipe Oficina de Livros/Subtítulo

Eu realizei um sonho.

Voltei para casa com a sensação de dever cumprido, de que tudo deu certo e com o coração agigantado de tanta coisa boa que aconteceu.

E, no final, só me resta uma palavra.

Obrigado, obrigado, obrigado, obrigado.

À todos. À vocês, à equipe da minha editora, aos meus leitores, ao pessoal da Nossos Romances Adolescentes, à tudo.

Muitíssimo obrigado.

 

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Mega Post: MEU-DEUS-DO-CÉU

Quanta coisa, quanta coisa, quanta coisa! Sinto que vou ficar louquíssimo! #bandida! HAHAHAHA

Vamos do começo, então?

1) Doug, o que você tem lido e visto nestes últimos dias?

Vou ser bem sincero: não tenho postado não é nem por preguiça, é por implicância do WordPress mesmo. A página de Novos Posts simplesmente não abre no meu navegador. Mas, enfim, vamos ao que interessa.

Eu li: A Intimação – John Grisham

Ganhei esse livro de presente de uma das minhas mais queridas leitoras e mais adoradas amigas, Maria Raquel, lá do Doces Comentários Ácidos. Ela me deu junto com outro, O Advogado, também do Grisham. Querem ver a capa?

O livro conta a história de Ray Atlee, um professor de Direito (!) dos Estados Unidos, que tem uma relação “conturbada” com seu pai, o juiz Reuben Atlee e com o irmão drogado, Forrest. Ray é chamado às pressas para visitar o pai pelo próprio, sabendo que a visita seria acerca da partilha dos (poucos) bens do juiz.

Contudo, quando Ray chega à Maple Run – o nome da casa (sim, o livro é tão chique que até as casas têm nome. O nome da minha seria, sei lá, Margareth) do juiz -, algo está errado. Muito errado. E é assim que Ray se vê com 3 milhões de dólares em dinheiro vivo fugindo pelo país.

O livro é ótimo, mas vou admitir: eita comecinho chato! Sério, o livro ficava num marasmo tão grande que por um momento pensei que estava lendo um livro sobre a vida das bactérias (sem ofensa, queridas!). Mas depois que o livro passa da metade… MEEEEEEEU DEUS, o livro vira um page turner, você não consegue parar de ler. Recomendo, recomendo, e agradeço publicamente à Maria Raquel por ter me dado esses presentes lindos, estou em dívida com ela.

Dia desses digito a dedicatória aqui, é linda demais. Ela me chamou de sábio (?!). Sou sábio, sou lindo, sou rycoh.

Estou lendo: Todos os Homens do Xá, de Stephen Kinzer

Livrinho emprestado da Isa, menina linda que estuda comigo. O livro conta a história (real!) da invasão norte-americana no Irã na década de 1950, onde um golpe de Estado planejado pelo Eisenhower e o Churchill derrubou Mossadegh, o primeiro presidente democraticamente eleito do Irã em milênios de História.

O livro tem um prisma surpreendente, que com um pouco de reflexão por parte do leitor leva-nos a conclusões magníficas sobre as reais causas do terror em que o Oriente Médio e os EUA vivem hoje em dia. Eu, apaixonado por política internacional, estou lendo que nem vejo o tempo passar. O livro é maravilhoso para qualquer pessoa que busque saber um pouco mais. E, por um pouco mais, entenda-se: não ser medíocre.

Leitura fácil, obrigatória e inteligente. O Irã é uma nação de contrastes e de exuberância histórica indelével, e só com esse livro estou conseguindo perceber isto.

Eu vi: Tiros em Columbine

Eu assisti este filme pelo computador, mas acredito que se tivesse assistido em DVD o teria guardado dentro de uma caixa de vidro no canto mais alto da casa após tê-lo visto. Michael Moore é o cara.

O documentário Tiros em Columbine (Bowling for Columbine, 2002) conta a história contemporânea americana através do prisma da violência. A facilidade em obtenção de armas, o preconceito, o medo, o 11 de setembro. E tudo isso culminando no atentado à escola Columbine.

Chorei ao longo de vários momentos do documentário, e percebi que os EUA são uma nação democratica e racionalmente falida. E economicamente também, se tudo continuar como está. Tenho verdadeira paixão por alguns aspectos do país, mas às vezes chego a sentir vergonha alheia de certas coisas que acontecem lá. Não me interpretem mal, ainda pretendo viajar muito e os EUA estão no topo de muitas destas viagens, mas… deixemos que a História complete estas reticências.

Eu vi: Coco Antes de Chanel

Coco Antes de Chanel (Coco Avant Chanel, 2009) fala por si só. O filme conta a história de Coco Chanel antes de sua fama mundial, brilhantemente interpretada por Audrey Tautou, da qual sou imenso fã. Me assutou o fato de que a estilista pareceu ter roubado palavras da minha boca ao longo do filme. Sério, com todo o respeito, Chanel e eu temos coisas em comum. HAAHAHA

Vamos dar uma olhadinha no trailer?

2) Doug, você tem novidades sobre Cartas de Siracusa?

Tenho, tenho, tenho! Muitas novidades.

Antes de mais nada, que tal darmos uma olhadinha na CAPA do livro?!

Clica que fica maior! Digam nos comentários, o que acharam?!

Eu amei, amei, amei!

E agora, o mais importante: A DATA DE LANÇAMENTO!

O livro vai ser lançado na Bienal do Rio (CRISTO, SE SEGURA, AÍ VOU EU!) dia 04 de setembro. Mas vou ser figurinha fácil desde o dia 03 lá, quando estarei com grande parte da Nossos Romances Adolescentes vendendo os livros da Larissa Siriani (As Bruxas de Oxford, que você já viu aqui e Toda Garota Quer) aos berros, oferecendo pirulito e entregando convites para o meu lançamento, que será no dia seguinte, domingo, dia 04.

O estande é o P19, no pavilhão verde. Sim, lá na Oficina de Livros, junto com muitos outros livros do selo Subtítulo.

A gente vai se ver lá, né? Daqui a pouco passo mais detalhes, como horários e tudo mais.

3) Doug, verdade que você fez um Tumblr?!

Pois é, pois é, pois é! Quer acessar o Essência Destruída? Só clicar aqui!

Por hoje é só, gente, mas assim que eu tiver mais coisinhas lindas para falar, vocês serão os primeiros a saber!

Beijo!!

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Eu Vi: Tron – Legacy

Todos se curvem diante de um dos melhores filmes que eu já vi na vida. :O

Este post vai ficar absurdamente retardado, mas: TRON É MUITO, MAS MUITO, MAS MUITO BOM. 

O filme é quase que uma continuação do Tron de 1982, onde o filho de Kevin Flynn (Jeff Bridges), Sam (Garrett Hedlund), embarca na fronteira digital onde o pai já se aventurava desde o primeiro filme. Não quero comentar o enredo, ainda que este seja estupendo, mas sim os efeitos especiais e toda a equipe que trabalhou na criação do filme.

Em primeiro lugar, Daft Punk. Meu Deus do Céu! O que foi esta trilha sonora? Preciso dizer: só estou escrevendo a base de Daft Punk. Os caras me deixaram absurdamente viciados. The Game has Changed, uma das faixas do longa, é absurdamente estupenda. Lady GaGa e Hans Zimmer que me desculpem, mas acho que achei minha “musa inspiradora”.

E os efeitos especiais? Nem-se-fala. Deem uma olhada no trailer e entendam o que eu quero dizer.

Eu acho que achei meu novo filme favorito. Estou numa fase super futurística, por causa do novo livro que estou escrevendo (vou falar sobre ele em breve, fiquem calmos!) e o filme me caiu como uma luva. Lindo, lindo, lindo.

Eu avisei que o post seria um tanto quanto retardado, não avisei?

Mas estou apaixonado por Tron – Legacy.

 

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